Boa noite galera! Primeiramente, peço desculpas a todos por não estar postando muito. Tenho andado muito atarefado mas, sempre sobra um tempo para o “Som”!

Acessem o site da minha nova banda, a São Rock. Banda Curitibana que toca clássicos do Rock e do Heavy Metal com vocal feminino!

Confiram clicando aqui ou acessando www.saorock.com.br

Um grande abraço a todos!

Léo Werneck – The Bass

Boa tarde galera…

Sem nada pra fazer hoje… Postei um Bass Cover no Youtube…

 

Espero que gostem. Abraço a todos.

Léo Werneck – The Bass

Boa tarde Galera…

Essa semana adiquiri um programa bem bacana chamado “ExtraWebCam“. Ótimo para quem curte postar Bass Covers no Youtube. Esse programa custa mais ou menos U$10,00 (R$21,00).

Como ele funciona?

Ele utiliza recursos de câmeras fotográficas digitais, no meu caso, uma Canon G10, como webcam. Apartir daí, você pode também configurar de onde vai pegar o audio a ser gravado. No meu caso configurei para pegar o audio de uma Delta 2496. Depois de configurado, é só colocar a música de funco pra tocar, ligar o Baixo e seja feliz!!! O resultado é esse aqui:

Eu utilizei as seguintes configurações:

Liguei um mixer Stanner Lap Mix jogando a saída para a entrada da Delta 2496  (utilizei 2 adaptadores de P2 para RCA na mesa) conectada ao meu desktop, joguei a saída da mesma placa para um canal stereo do mixer utilizando cabo RCA. Com isso, eu consigo escutar o baixo, que é ligado em um canal mono no mixer e a música que toca no meu computador em um fone de ouvido conectado no mixer (Claro que não é um fone qualquer, recomento um AKG para isso). Configurei o meu sistema operacional para utilizar as saídas da Delta 2496 como saídas de audio padrão. Configuro a mesma coisa no ExtraWebCam, para ele puxar o audio da Delta 2496.

Pronto. Bass Covers com qualidade de som e vídeo. Espero qeu tenham gostado.

Abraço a todos!

Léo Werneck – The Bass

Boa tarde queridos leitores!

Hoje fazem 26 anos da morte de um baixista que foi um ícone da nossa classe: Cliff Burton.

Clifford Lee “Cliff Burton”

Clifford Lee “Cliff” Burton (Castro Valley, 10 de fevereiro de 1962 — Ljungby, 27 de setembro de 1986) foi um baixista americano que ficou conhecido por seu trabalho na banda de heavy metal Metallica, de 1982 a 1986. Como instrumentista ele era conhecido por seu estilo, que fazia uso de distorção e outros efeitos, muitos dos quais de uso na guitarra, como em sua canção mais característica, “(Anesthesia) Pulling Teeth”.

A influência inicial de Cliff foi essencial para a criação do estilo musical do Metallica. Ele uniu-se à banda em 1982 e participou de seu álbum de estréia, Kill ‘Em All, o qual continha canções escritas antes de sua chegada. Sua influência nas composições é mais notada no álbum seguinte, Ride the Lightning. Seu último álbum, Master of Puppets, foi sucesso comercial e de crítica.

Cliff Burton

Biografia

Clifford Lee Burton nasceu em 10 de fevereiro de 1962 na cidade de Castro Valley, CA, EUA filho de Jan e Ray Burton. Ele teve dois irmãos mais velhos, Scott e Connie. Seu interesse por música teve início quando seu pai lhe mostrou o Jazz, e ele começou a ter aulas de Teclado.

Na adolescência, o interesse de Cliff pela música clássica foi direcionado para o jazz, seguindo depois para o heavy metal. Ele começou a tocar baixo aos 13 anos, após a morte de seu irmão Scott. Cliff teve aulas com Steve Doherty, do ABC Music Studio. Segundo seus pais, Cliff disse que “seria o melhor baixista por seu irmão.” Ele praticava cerca de seis horas por dia.

Após terminar o ensino médio na escola de Castro Valley em 1980, Cliff estudou música no Chabot Junior College, no noroeste da Califórnia. Um de seus colegas foi Jim Martin, ex-guitarrista do Faith No More, com quem Cliff tocou em uma de suas bandas, Agents of Misfortune. Esta banda entrou no concurso “Batalha das Bandas” e uma apresentação foi gravada, mostrando o estilo de Cliff na época. Também é possível ver nesse vídeo partes do que seriam duas músicas do Metallica: (Anesthesia) Pulling Teeth e a introdução de For Whom the Bell Tolls. Cliff juntou-se à sua primeira grande banda, Trauma, em 1982.

R.I.P.

Morte

Durante a parte européia da turnê Damage Inc., que promovia o álbum Master of Puppets, a banda percebeu que dormir em cubículos de seu ônibus era desconfortável. Como uma solução paliativa, os membros tiravam a sorte nas cartas todas as noites para que um deles dormisse no beliche de cima, mais confortável. Na noite de 27 de setembro de 1986, Cliff ganhou nas cartas com um ás de espadas. O jogo foi a última conversa de Cliff.

Cliff estava dormindo quando, de acordo com o motorista, o ônibus da banda derrapou no gelo acumulado na pista e capotou na grama na comuna de Ljungby, perto de Dörarp, numa região rural do sul da Suécia. Cliff, no beliche de cima, foi jogado para fora do ônibus, que ao capotar caiu em cima dele, matando-o.Um pedaço do ônibus que o estava suspendendo parcialmente ainda cedeu, fazendo com que o ônibus se movesse em cima do corpo de Cliff novamente.

James Hetfield disse mais tarde que ele primeiro achou que o motorista estivesse bêbado, ou que ele tivesse sido negligente, e caminhou longas distâncias pela estrada tentando ver o gelo na pista. Entretanto, a embriaguez do motorista nunca foi provada, e este foi inocentado pelo acidente.

O corpo de Cliff foi cremado e suas cinzas foram jogadas em Maxwell Ranch.Durante a cerimônia, o instrumental “Orion”, do Master of Puppets foi tocado. Cliff nunca chegou a tocar a canção ao vivo, e o Metallica jamais a havia tocado até 3 de junho de 2006, no festival Rock Am Ring, em Nurburgring, quando eles tocaram o álbum inteiro para marcar os 20 anos de seu lançamento. Até então, apenas trechos da música haviam sido tocados. Durante os anos 90, o sucessor de Cliff, Jason Newsted, frequentemente usava a melodia de baixo nas improvisações.

Influência

Cliff Burton citava baixistas como, Geezer Butler, Phil Lynott, Geddy Lee, Lemmy Kilmister e Stanley Clarke como suas influências. Ele também citou guitarristas como Ritchie Blackmore, Alex Lifeson, Ulrich Roth, Jimi Hendrix e Tony Iommi como influências.

James Hetfield admitiu que a influência de Cliff foi fortemente responsável pela imagem e música iniciais do Metallica. Um pianista clássico, Cliff fez uso de seu conhecimento teórico nas composições da banda, tanto no baixo quanto ensinando a Hetfield teoria e harmonia. James disse que “sem Cliff, eles não estariam onde estão hoje.”

O interesse de Cliff pelos livros de horror de H. P. Lovecraft resultaram em duas canções do Metallica: “The Call of Ktulu” e “The Thing That Should Not Be.” A banda também afirmou que seu gosto pelo Misfits, Samhain e tudo envolvendo Glenn Danzig veio diretamente de Cliff Burton. A influência persiste desde então, e o Metallica excursionou pelos Estados Unidos no verão de 1994 com o Danzig como uma das bandas de abertura. Em umas poucas ocasiões, o próprio Glenn Danzig subiu ao palco com o Metallica quando elestocavam algum cover do Misfits.

Vídeo

Rest In Peace Cliff!

Léo Werneck – The Bass

Tim Commerford

Biografia:

Tim Commerford (nascido no dia 26 de Fevereiro de 1968 nos EUA) é um baixista que tocou na banda Rage Against the Machinecom Zack de la Rocha e no Audioslave, no qual era também o vocal de apoio de ambas.

Na sua família, ele é o mais jovem das 5 crianças. Seu pai foi um engenheiro aeroespacial e sua mãe foi uma matemática. O Pai de Commerford já foi divorciado e se casou novamente, enquanto que sua mãe se mudou para Sacramento, Califórnia para viver com sua irmã, antes de ela morrer de câncer no cérebro, quando Commerford tinha 20 anos.

Zack de la Rocha e ele se tornaram amigos em uma escola primária, quando Tim mostrou a Zack como se roubava comida da cafeteria do colégio.

Commerford tem inúmeras tatuagens, incluindo uma desenvolvida que cobre suas costas, braços, peito e perna esquerda. Sua primeira tatuagem foi uma faixa preta em torno de seu braço, em homenagem à sua mãe.

Commerford é fã de jazz, e é um fanático por mountain bike chegando ao ponto de incluir agradecimentos as suas bicicletas no encarte do disco The Battle of Los Angeles.

Equipamentos:

  • Ernie Ball Music Man Stingray Bass: Primeiro baixo de Tim no Rage Against the Machine. Foi usado para gravar o primeiro álbum da banda e pode ser visto no clipe Bombtrack.
  • 70′s Modified Fender Jazz Bass: Foi o baixo mais usado por Tim, até ser quebrado ao final de uma performance ao vivo no MTV Music Awards do RATM. Sua afinação era a padrão (E-A-D-G). Commerford o modificou botando um único captador branco, próprio para tocar com os dedos. Tim também tirou o escudo do baixo.
  • Rickenbacker Bass: Este baixo foi ocasionalmente usado por Tim. A cor e o modelo deste são desconhecidos. Possivelmente, esse baixo deve ter sido usado para as gravações de algumas músicas do Evil Empire.
  • Modified Fender Jazz Bass: Esse baixo foi usado em performances ao vivo da banda na época de Evil Empire. Este baixo era preto e tem um braço da Fender P-Bass. Também tinha um escudo branco. Commerford o modificou botando captadores próprios para serem tocados com os dedos.
  • 70′s Modified Fender Jazz Bass: Este foi o baixo favorito de Tim no RATM, depois que ele o comprou em 1996. O baixo tinha uma cor Vintage e um escudo Tortoise Shell. Tim mandou por mais 9 trastes no baixo. Era afinado em B-E-A-D. Neste, também foi colocado captadores próprios para serem tocados com os dedos.

Este baixo foi usado no último show da banda, que mais tarde viria a se tornar um registro chamado Live at the Grand Olympic Auditorium. Também foi usado para gravar o primeiro álbum do Audioslave.

Léo Werneck – The Bass.

Geddy Lee – Rush

Biografia:

Ganhou o apelido “Geddy” de um amigo, aos 12 anos. Isso, porque, sua mãe, por ser judia polonesa, pronunciava seu nome com sotaque bastante carregado.

Junto com Alex Lifeson, compôs a maioria das músicas da banda (enquanto Neil Peart, tradicionalmente, se encarrega das letras). Como vocalista, caracteriza-se pelo seu timbre peculiar anasalado, mais agudo e agressivo nos primeiros discos do Rush e um pouco mais encorpado nos álbuns mais recentes.

Já como baixista é considerado um dos melhores relacionados ao instrumento. Isso porque Geddy não toca como o de costume. Ele praticamente sola o tempo inteiro. Enquanto a maioria dos seus colegas utiliza o baixo para “fazer a marcação”, Lee imprime um estilo repleto de técnica e contrapontos que tornam o instrumento vivo, com linhas cheias e pulsantes. Com isso, adiciona um contorno ainda mais peculiar ao complexo som do Rush. Sua performance virtuosa casou-se perfeitamente com o “estilo Neil Peart” de tocar bateria (repleto de velocidade e contratempos).

Em seu projeto solo intitulado sugestivamente “My Favorite Headache” (2000), Geddy deixou de lado seu virtuosismo e enveredou por um caminho mais melódico. Neste trabalho seu som ficou mais “acessível”. Na época de lançamento, o músico declarou que buscava uma outra forma de expressão, “não precisando subir e descer escalas em alta velocidade”.

Para muitos, a genialidade do “bruxo” (um de seus apelidos) é ainda mais acentuada pelo fato de tocar como poucos, ao mesmo tempo em que canta. Ou seja, Geddy tem coordenação para tirar passagens sofisticadíssimas do seu baixo enquanto está com os olhos fixos no horizonte, verbalizando as letras de sua banda (sendo que muitas vezes ainda comanda os teclados com pedaleiras). Tamanha competência lhe rendeu um trocadilho no meio musical: “God” Lee.

Geddy cita como suas principais influências os baixistas John Entwistle, Chris Squire, Jack Bruce, Greg Lake e Paul McCartney entre outros.

Instrumentos utilizados

Baixo-guitarra Rickenbacker 4080.

No decorrer de sua carreira de baixista, Lee utilizou diversos modelos diferentes de baixo.

Um Fender Jazz Bass (desde o início da banda em 1968 até 1973), um Fender “Teardrop” Bass branco (um Fender Jazz Bass com formato de gota, daí o nome “teardrop”), que Geddy deixou de usar depois de problemas na ponte do instrumento. Este Fender pode ser visto atrás de Geddy no clipe de Limelight e em filmagens “bootleg”, como sua performance tocando ao vivo com o Rush o clássico The Necromancer (do álbum “Caress Of Steel” de 1975).

Um Rickenbacker 4001 (branco de escudo preto), que foi dado de presente a Alex Lifeson em 1977, e pode ser visto nos videos promocionais de Fly By Night e Anthem, estando este último presente como “Easter egg” no DVD “Rush In Rio”. Outro Rickenbacker 4001 (preto de escudo branco), ficou mais famoso por figurar nas mãos de Geddy Lee em clipes como Subdivisions, Countdown, nos vídeos de Closer To The Heart, The Trees e no Vídeo ao vivo “Exit… Stage Left” de 1981.

Um Baixo-guitarra Rickenbacker 4080 (sendo um baixo na metade superior e uma guitarra na metade inferior) preto de escudo azul-escuro também foi utilizado por Geddy Lee e pode ser visto nos clipes de Xanadu do álbum “A Farewell To Kings” de 1977, e também na performance de Xanadu no ao vivo “Exit… Stage Left”, e foi utilizado por Geddy Lee recentemente em 2007 na performance de A Passage To Bangkok do álbum “2112″, valendo lembrar que esta música foi gravada com o Rickenbacker Baixo-guitarra e que Geddy usava este modelo na performance de A Passage To Bangkok na época (tanto que Geddy Lee aparece com ele de mãos pro alto na capa do single da música).

Geddy também usou um Steinberger Série L (headless) ou sem cabeça, pois as tarrachas situavam-se na ponte do instrumento que era feito de fibra de carbono (ou Grafita-epóxi), com trastes em aço inox e barra tensora do braço em titânio, o que diminuía em muito o seu peso. Por ter um design minimalista (parecendo um pequeno retângulo que se restringia à largura do braço e dos comandos) era um baixo bem pequeno e que facilitava em muito a performance de Geddy nos palcos, pois ele precisava lidar com os teclados e sintetizadores utilizados nas músicas. Foi utilizado apenas entre 1983, em parte da turnê do álbum Signals de 1982, até 1984, aparecendo no vídeo ao vivo “Grace Under Pressure” Tour de 1984. Geddy aparece tocando este baixo apenas no clipe de Distant Early Warning, um dos quatro clipes do álbum Grace Under Pressure, pois no clipe de Afterimage Geddy Lee não toca baixo, visto este ser sintetizado, assim como na música Red Sector A do mesmo álbum.

Já nos clipes de The Enemy Within e The Body Electric, Geddy aparece tocando novamente o Rickenbacker 4001 preto de escudo branco. Geddy voltou a aparecer tocando o baixo Steinberger somente no clipe de Mystic Rhythms do álbum “Power Windows” de 1985, embora em 1985 Geddy já utilizasse em seus shows o baixo Wal preto. Os baixos Wal, da autoria de Pete Stevens, sempre foram conhecidos por seu requinte na fabricação, que utilizava somente madeiras nobres como roseira, palissandro, mogno, sequóia, carvalho entre outras madeiras nobres em seus baixos, sem contar as sofisticadíssimas aparelhagens eletrônicas e nos acabamentos folheados a ouro nos pinos das tarrachas e nas bordas e pontos dos captadores.

Lee usou o baixo Wal de 1985 até 1990 em seus shows, e aparecendo nos clipes de The Big Money (álbum “Power Windows” de 1985), Time Stand Still e Lock And Key (álbum “Hold Your Fire” de 1987), e nos clipes The Pass e Superconductor (álbum “Presto” de 1989), e no vídeo ao vivo “A Show Of Hands” de 1988.

Geddy utilizou um outro baixo Wal de mesmo modelo só que de cor vermelha no clipe de Roll The Bones do álbum de mesmo nome de 1991, voltando a utilizá-lo somente em alguns shows na época. Desde 1993 Geddy Lee tem utilizado quase exclusivamente os Fender Jazz Bass, sendo o seu preferido um Jazz Bass 1972 preto de escudo branco que também foi utilizado nos clipes Limelight e Vital Signs (álbum “Moving Pictures” de 1981) e Show Don’t Tell (álbum “Presto” de 1989) , tocando também outros fender Jazz Bass de outras combinações de cores como azul-marinho de escudo marrom madre-pérola (pode ser visto no vídeo ao vivo “Rush in Rio” de 2003).

Geddy Lee é um artista “Signature” da Fender, a qual introduziu em 1998 o “Fender Jazz Bass Geddy Lee model” em sua linha de baixos assinados. Outro fato interessante sobre Geddy Lee é que ele possui todos os baixos que já tocou ao longo de sua carreira, exceto o Rickenbacker 4001 branco de escudo preto que, como foi dito, foi dado de presente por Geddy a Alex Lifeson em 1977.

Pra quem nunca viu Geddy Lee performing, vai aí um vídeo de um solo dele.

Léo Werneck – The Bass.

Bom dia caros leitores… Tenho andado meio sem tempo para atualizar o blog por motivos profissionais e pessoais… Mas pra galera que tem acessado, curtam a minha página no Facebook acessando o link https://www.facebook.com/pages/L%C3%A9o-Werneck-The-Bass-Blog-do-Baixista-Autodidata/265495560146738

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Léo Werneck – The Bass.